Já faz tempo que a última coisa que as pessoas fazem com o celular são telefonemas. Hoje em dia, ele é mais usado para troca de mensagens e uso de redes sociais. Mas a geração Z, que tem entre 18 e 24 anos, tem uma relação quase dependência do aparelho, segundo pesquisa divulgada hoje pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Como assim? O que seria essa dependência? Em cada dez jovens que possuem um smartphone, oito (77%) garantem que a sua vida seria prejudicada de alguma forma, caso não tivessem o aparelho. Para eles, as áreas mais afetadas seriam as atividades de lazer (39%), os estudos ou o trabalho (39%), a vida social (37%) e as finanças (21%).

Como essa geração usa seus smartphones? Eles usam o smartphone, principalmente, para ouvir música (72%), acessar as redes sociais (71%), assistir à vídeos (67%), tirar fotos (63%) e ler ou enviar mensagens instantâneas para amigos (58%).

O aparelho tem alta penetração entre essa faixa? Sim. Oito em cada dez jovens brasileiros possuem um smartphone, enquanto 66% mencionam a posse de um notebook.

E como a geração Z acessa a internet? Basicamente pelo celular (81%). Outros 51% mencionam também o computador de mesa (51%) ou via notebooks (48%).

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