A plataforma Winetrader tem como objetivo ajudar colecionadores de vinhos raros a comprarem e venderem seus rótulos. Hoje, a empresa tem cerca de 500 rótulos que custam de R$ 100 a R$ 30 mil.

“A Winetrader é uma vitrine estratégica para distribuidores e importadores colocarem seus rótulos. Enxergamos uma oportunidade no mercado de compra e venda de vinhos raros e notamos que os vendedores e compradores de vinhos não encontravam uma opção voltada especificamente para este segmento e acabavam usando plataformas generalistas como o Mercado Livre”, afirma o sócio-diretor Paulo César Alkimim de Oliveira.

A meta da Winetrader é chegar a 3 mil rótulos até o final do ano e se consolidar como o melhor marketplace de vinhos premium. “Queremos ser reconhecidos como um canal diferenciado para quem busca vender ou comprar vinhos de excelência e ajudar no crescimento do mercado de vinhos no Brasil, procurando aumentar o consumo com qualidade”, diz Oliveira.

Qual o foco do negócio? Formar uma comunidade de colecionadores e investidores e vinhos, conectando vendedores e compradores.

“Desde o início da pandemia, grandes empresas tiveram que acelerar o seu processo de transformação digital. Isso foi importante e alavancou nosso crescimento logo nos primeiros meses pois o mercado estava extremamente aquecido e tivemos que acelerar nossos planos pois esperávamos um começo mais tranquilo, mas foi exatamente o contrário”, diz Oliveira.

Quais são as garrafas mais raras disponíveis? Ícones como Chateau Petrus 1982, Chambertin Armand Rosseau 1999, Romanee Conti Echezeaux 1997, Chateau Margaux 1982, Chateau Lafite 1990, Chateau Haut-Brion 1989 e Chateau Mouton Rothschild 1986 são raridades já comercializadas ou em atual comercialização na plataforma.

E quais são os rótulos mais procurados? Franceses e italianos são os mais valorizados, mas os sul-americanos são muito procurados.

Como vender na plataforma? Quem tiver rótulos em casa e quiser vender, pode entrar na plataforma. Segundo a empresa, a comissão de venda é de 20% para pessoas físicas e 15% para pessoa jurídica, dependendo do volume negociado. A empresa diz que os vinhos passam por uma curadoria e só depois da análise são autorizados para a venda.

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