O Mercado Livre gerou 6 novos empregos por hora na América Latina durante o ano de 2020. Os dados fazem parte de estudo realizado em conjunto com a Euromonitor International, que mostra que a plataforma gera empregos e impacto positivo em 17 setores da economia, sobretudo na logística.

De acordo com o estudo, 40% das PMEs (pequenas e médias empresas) receberam sua primeira oferta de crédito por meio do Mercado Pago. E 6 em cada 10 empréstimos concedidos no período foram destinados para capital de giro (inventário, equipamentos, logística e emprego).

Até dezembro de 2020, foram concedidos 1,7 milhão de créditos a 550 mil vendedores por um valor médio de US$ 325.

“No Brasil, praticamente dobramos o número de vendas em nossa plataforma no ano passado, em comparação a 2019, e com isso milhares de novos empregos foram criados”, disse Stelleo Tolda, presidente de Commerce do Mercado Livre para a América Latina.

Um dos desafios do Mercado Livre é aumentar a formalização do vendedor do seu marketplace. Após pressão de órgãos de defesa do consumidor, a plataforma chegou a assinar um termo em que se compromete a combater e dificultar o comércio de produtos piratas.

Tolda disse que isso já ficou para trás. Segundo ele, a contribuição fiscal do Mercado Livre saltou 142% em 2020, mais do que o dobro dos impostos pagos em 2019. “Tendo o Mercado Livre contribuído com 1 em cada mil reais arrecadados em impostos no Brasil.”

Bancarização do vendedor

De acordo com a pesquisa, as cobranças via cartão aumentaram a renda de 62% dos empreendedores, dos quais mais de 40% não possuem ou não utilizam conta bancária.

Além disso, a maioria realizou sua primeira cobrança via cartão através das soluções do Mercado Pago.

“Além do e-commerce, observamos ainda a importância da inclusão financeira, sobretudo, em um período onde muitas portas se fecharam. 7 em cada 10 PMEs registraram aumento de vendas em função dos recursos oferecidos pelo Mercado Pago”, pontua Stelleo

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