O McDonald’s negou encerrar o processo para reaver os US$ 37 milhões recebidos pelo seu antigo CEO, Steve Easterbrook, no processo de demissão. A empresa acusa o ex-diretor de omitir provas de casos que manteve com funcionárias para impedir que o conselho administrativo o demitisse por justa causa.

“Se os diretores soubessem da extensão da má conduta, eles não teriam rescindido Easterbrook pela demissão”, argumentou McDonald’s.

Você pode me dar um pouco mais de contexto? Steve Easterbrook foi CEO do McDonalds durante quatro anos. Em novembro de 2019, ele admitiu ter infringido as políticas da empresa e se envolvido consensualmente com uma funcionária. O conselho optou por demitir Easterbrook sem justa causa, e lhe pagou cerca de US$ 37 milhões como rescisão de contrato.

Meses mais tarde, a empresa acusou o ex-diretor de conspirar para esconder evidências de seu envolvimento com pelo menos três funcionárias. Segundo o McDonalds, Easterbrook também teria acobertado casos de assédio sexual cometido por outros funcionários durante seu mandato.

O que diz Steve Easterbrook? O ex-CEO nega as acusações, e afirma que o McDonalds tinha acesso a todas as provas quando o demitiu.

(com Bloomberg)

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