A pandemia, que obrigou as pessoas a fazerem o máximo de coisas possível de casa, mudou a forma de utilizar os serviços bancários. Números divulgados hoje pelo Bradesco mostram que houve uma queda de 62% na quantidade de transações realizadas nos guichês de caixa, ou seja, presencialmente – passaram de 235,8 milhões em 2019 para 90,8 milhões 2020.

“Esse número continua decrescendo, o que demonstra um maior nível de eficiência dos funcionários das nossas agências para fazer negócios”, afirmou o presidente do banco, Octavio de Lazari.

No lado oposto, como era de se esperar, o que cresceu foi a quantidade de transações mobile: um aumento de 22% no ano. “Esse movimento foi composto por novos clientes e também por aqueles tradicionais que resistiam ao mobile, mas se tornaram quase heavy users no ano passado”, afirma Lazari.

O Bradesco conseguiu 3,8 milhões de clientes a mais nos dispositivos mobile, chegando a marca de 20,3 milhões. Para 2021, a meta do banco é apostar cada vez mais na digitalização e em colocar o cliente como centro da tomada de decisões da instituição.

Volta aos escritórios? Lazari diz que o home office está funcionando bem no Bradesco e que não há expectativa de volta ao trabalho completamente presencial.  Hoje, cerca de 94% do quadro de funcionários de escritórios continuam trabalhando de casa.

“Seria imprudência nossa trazer o quadro para trabalhar 100% presencial. Vamos esperar que grande parte da população esteja vacina, sem nenhum grande problema de contaminação, para não expor nossos funcionários e clientes”, afirma Lazari.

A vacinação dos funcionários não será obrigatória. No entanto, Lazari afirma que o banco vai incentivar a imunização. “O maior dom de um ser humano é o livre arbítrio. As pessoas têm que tomar vacina pela própria saúde e pelo coletivo”, disse.

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