A Claro anunciou nesta quinta-feira (2) o lançamento de sua rede 5G no Brasil. Como a tecnologia depende de uma infraestrutura que ainda não está sólida no Brasil, a operadora vai fazer compartilhamento de frequências de internet para gerenciar essa rede 5G. Além da comunicação, a Claro afirma querer incentivar também a telemedicina e a educação à distância.

Como funciona a tecnologia? Por compartilhamento de rede. A Claro passará a distribuir recursos  entre os smartphones atuais, que operam nas gerações anteriores mas podem se adaptar, e os novos, que sejam compatíveis com a nova rede 5G e de compartilhamento de frequência.

A Claro dá um empurrãozinho na popularidade desses novos produtos, e nesta quinta-feira (2) lança a pré-venda do Motorola Edge, que carrega tecnologia 5G.

Como a tecnologia ajuda no controle do coronavírus e no pós-pandemia? A tecnologia 5G tende a acelerar iniciativas ligadas à telemedicina e à educação a distância. As soluções podem ser desenvolvidas para quem mais precisa.

Qual o futuro do 5G no Brasil? O setor deve ganhar mais tração a partir do leilão que deve ser feito pela Anatel em 2021. Mas isso vai requerer grande quantidade de antenas, para garantir cobertura e capacidade.

Quanto mais alta a frequência, menor é o alcance e maior a necessidade de antenas de transmissão de sinal.

“Quanto mais antenas e uma nova topologia de rede, o 5G será veículo de uma grande transformação, conectando pessoas e sensores por meio de uma rede móvel de altíssima capacidade e baixa latência, capaz de automatizar e controlar as mais diversas atividades da sociedade”, prevê a Claro.

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