A Cielo, controlada por Bradesco e Banco do Brasil, teve lucro líquido de R$ 242,4 milhões no quarto trimestre de 2019, queda de 62% na comparação com igual período de 2018. Os dados são do balanço de resultados do quarto trimestre de 2019 e foram divulgados na noite de segunda-feira (27).

Qual o contexto da queda do lucro? A guerra das maquininhas, informa a própria Cielo no resumo do balanço. Ou seja, a intensa competição com outras empresas derrubou o seu resultado.

Veja os destaques do balanço da Cielo:

  • Base de clientes chegou a 1,6 milhão, aumento de 4,6% na comparação com o terceiro trimestre.
  • Volume financeiro transacionado nas maquininhas aumentou 12,6% em um ano, para R$ 190 milhões.
  • No quarto trimestre, 59,8% das transações foram no cartão de crédito, enquanto 40,2% no de débito.
  • Mas a quantidade de transações totais caiu 5,2%.
  • As despesas operacionais, com pessoal, de administração e marketing, aumentaram 12,5% na comparação com o quarto trimestre de 2018 e 14,9% em relação ao terceiro trimestre de 2019.
  • O Ebtida, o lucro operacional antes das amortizações e impostos, caiu 37,8% ante igual período de 2018 e 6,1% se comparado ao trimestre imediatamente anterior.

O que podemos esperar da Cielo? No balanço, a empresa informa que dividiu sua linha de negócios em Grandes Contas, Varejo e Empreendedores.  Também instalou o modelo de caça-clientes e colocou colaboradores na rua para trazer mais clientes e aumentar a base.

(Com Estadão Conteúdo)

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