A inadimplência teve crescimento mensal de 2,31% em outubro, o maior já registrado em 2021, de acordo com o Serasa, órgão responsável pelo levantamento. Ao todo, 63,4 milhões de brasileiros encontram-se nesta situação, número superior ao observado no pico anterior, em julho, quando o país tinha 63,5 milhões de inadimplentes.

Já são 213,268 milhões de contas afetadas. O valor das dívidas também aumentou 3,37% em relação a setembro e soma R$ 253,65 bilhões, média de R$ 4.000,61 por pessoa e R$ 1.189,38 por dívida.

O segmento de bancos e cartões de crédito puxa a fila do ranking de contas inadimplentes, com 28,7% do total, seguidos por tarifas básicas, com 23,%, e pelo varejo, que responde por 13%.

O Sudeste e o Nordeste, que concentram 28.577.461 e 15.665.620 pessoas negativadas, respectivamente, são as regiões mais acometidas pela inadimplência, revela o estudo.

No recorte por estados, São Paulo, Rio, Minas Gerais, Bahia e Paraná são aqueles com os maiores números de inadimplentes, mas também registram os maiores volumes de dívidas negociadas no Serasa Limpa Nome.

A entidade avalia que a alta da inadimplência será acompanhada pelo crescimento da busca pelas renegociações e destaca a janela de oportunidades oferecida até o dia 6 de dezembro pelo Serasa Limpa Nome. Já houve mais de 3,6 milhões de acordos por meio do projeto, que oferece descontos de até 99%.

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