Com a pandemia de coronavírus e o desemprego, brasileiros começaram a oferecer produtos e serviços pelas redes sociais, para complementar a renda dentro de casa. No entanto, o que é preciso fazer para respeitar o Código de Defesa do Consumidor? O Procon-SP preparou um guia com informações importantes para manter as vendas online:

O que o cliente precisa encontrar de forma fácil na rede social?

• Nome empresarial e número de inscrição do fornecedor, quando houver;
• Endereço físico ou eletrônico;
• Características básicas do produto ou do serviço;
• Toda despesa extra deve ser informada de forma clara;
• Se for uma promoção, é necessário informar desde o prazo de validade da oferta até as condições do item vendido.

O que não fazer nas redes sociais? Apesar de não ser uma empresa convencional, toda pessoa que vende produtos ou serviços pelas redes sociais precisa respeitar o Código de Defesa do Consumidor.

• O preço deve estar exposto. É proibida a negociação de preços por mensagem por inbox;
• Negar a desfazer o negócio durante o prazo de arrependimento. Segundo a lei brasileira, todo cliente que fizer uma compra online tem até sete dias para se arrepender e pedir o dinheiro de volta, independentemente do motivo;
• Aumentar o preço do produto por causa da forma de pagamento;
• Não assumir a responsabilidade por produtos com defeito.

Como atender bem? Segundo o Procon, facilitar o atendimento é a chave – tanto para o consumidor como para o vendedor.

• Apresente um resumo dos produtos e serviços vendidos;
• Preze por um bom atendimento online para tirar as dúvidas e resolver problemas dos clientes;
• Use mecanismos seguros de pagamento e sempre zele pela proteção dos dados dos compradores.

 

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