A flexibilização da atividade econômica levou mais carros para as ruas. O motorista que precisa usar seu veículo para trabalhar ou se locomover está pagando caro pelo combustível. Em maio, a gasolina ficou 2,87% mais cara, segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados hoje pelo IBGE.

O problema é que não tem muito como driblar o aumento da gasolina. As outras alternativas de combustível também estão nas alturas: o etanol subiu 12,92% e o gás veicular, 23,75%. O diesel aumentou 4,61%.

Para dar uma ideia de como esses produtos estão mais caros, veja o aumento de preços acumulado em 12 meses:

  • Diesel: 39,26%
  • Etanol: 65,24%
  • Gasolina: 45,80%
  • Gás veicular: 31,13%

Como estão os preços para o consumidor final? Nas alturas. Pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo), mostra alta em todas essas categorias:

  • Diesel: subiu de R$ 4,468 para R$ 4,490 entre a primeira e última semana de maio
  • Etanol: avançou de R$ 4,247 na primeira semana de maio para R$ 4,334 na última
  • Gasolina: passou de R$ 5,559 para 5,656 em maio
  • Gás veicular: passou de R$ 3,825 para R$ 3,829 em maio

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