A Vitreo anunciou hoje o lançamento de um fundo de investimento que aplica 100% do patrimônio em investimento em urânio. É o Vitreo Urânio FIM, que tem aplicação mínima de R$ 1.000, taxa de administração de 0,25% ao ano e não tem taxa de performance.

Por que urânio? Porque é uma forma de incentivar a utilização de uma energia menos poluente. “O urânio é uma matéria-prima de uso recorrente e escasso, o que torna o investimento interessante no longo prazo – principalmente quando a gente lembra que o metal é utilizado para a produção de energia nuclear, que já é responsável por 10% da eletricidade do planeta e é uma energia menos poluente”, explica George Wachsmann, o Jojo, sócio e chefe de gestão da Vitreo.

O fundo compra urânio? Não. O fundo investe indiretamente na commodity por meio de swaps.

Para quem ele é indicado? Para investidores que buscam diversificar seu portfólio investindo em um ativo descorrelacionado da Bolsa brasileira. Jojo recomenda que o investidor tenha menos de 5% da sua carteira investida no fundo..

Por intermédio desse fundo, o investidor tem acesso a companhias como a Cameco, uma das empresas que compõem o índice que a Vitreo investe por meio de um ETF. A Cameco é responsável por quase 10% da produção mundial do metal e em fevereiro de 2020 chegou a registrar alta de 22% em apenas um dia. Além disso, de novembro de 2017 para cá a empresa teve uma valorização de 94,71%.

“A gente repete que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, mas vale destacar também a segurança de investir em um ativo descorrelacionado”, explica Jojo.

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