Puxada por Vale e Petrobras, e em um cenário de otimismo externo com balanços de bancos nos Estados Unidos e com a retomada da China, a Bolsa fechou o dia em alta de 1,7%, para 100.440 pontos.

O dólar encerrou as negociações em queda de 0,73%, para R$ 5,34.

O que explica o comportamento da Bolsa e do dólar hoje? No campo negativo, se mantém a preocupação com o forte aumento nos casos de coronavírus nos Estados Unidos. Na segunda (dia 13), o estado da Califórnia teve que fechar bares e restaurantes, em um retrocesso no processo de reabertura da economia.

Além disso, o PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido em maio cresceu 1,8% em maio, uma recuperação abaixo da esperada pelo mercado, assim como a produção industrial da Zona do Euro, que subiu 12,4% no mês retrasado, também frustrando as expectativas dos investidores.

Mas prevaleceu o campo positivo. Nos Estados Unidos, os resultados melhores do que o esperado dos bancos JP Morgan, Wells Fargo e Citi no segundo trimestre animaram os investidores.

Na China, dados positivos da balança comercial do gigante asiático no mês passado fortaleceram as ações de empresas exportadoras de commodities.

O salto de 17% nas importações de minério de ferro pelo país foi um dos responsáveis pelos papeis da Vale renovarem sua máxima histórica nesta terça, a R$ 61,52. A mineradora afirmou no início do mês que está pronta para retomar sua política de pagamento de dividendos.

Maiores altas:

Vale (+ 7%)

Bradespar (+6,7%)

Ultrapar (+ 6,4%)

Maiores baixas:

Cemig (- 2,2%)

Renner (- 2%)

Qualicorp (- 1,9%)

Como fecharam os principais mercados internacionais? Wall Street encerrou em alta nesta terça, liderada por uma valorização do índice Dow Jones, com os investidores aportando em ações de energia e matérias-primas.

Segundo dados preliminares, o Dow Jones subiu 2,14%, o S&P 500 ganhou 1,34% e o Nasdaq valorizou-se 0,94%.

(Com a Reuters)

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