Pelo sexto pregão consecutivo, o Ibovespa encerrou em alta nesta terça-feira (dia 10), impulsionada por Petrobras, bancos e pelo recente otimismo com a eleição de Joe Biden nos Estados Unidos e a eficiência da vacina da Pfizer.

O principal índice brasileiro subiu 1,5%, a 105.066 pontos, o maior patamar desde o final de julho.

O dólar fechou o dia quase estável, com leve alta de 0,04%, a R$ 5,39.

O que aconteceu com a bolsa e o dólar hoje? A bolsa se desconectou do cenário externo, e subiu impulsionada por ações com muito impacto no índice, como Petrobras e bancos.

A peso pesado Petrobras subiu quase 8% no dia, com os investidores animados com a alta do petróleo no exterior e com a divulgação de que suas vendas totais de diesel em outubro somaram cerca de 4 milhões de metros cúbicos, alta de 6,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os bancos também tiveram um ótimo desempenho no pregão, estimulados pelo clima mais positivo dos últimos –a vitória do democrata Joe Biden e o anúncio da Pfizer de que sua vacina tem 90% de eficiência.

No caso do dólar, o mercado se estabilizou pelo segundo pregão consecutivo pouco abaixo da marca de R$ 5,40, patamar próximo da média móvel de 100 dias.

Desde a eleição americana, em 3 de novembro, a moeda acumula queda de 6,42% no Brasil, o que confere ao real um dos melhores desempenhos no período entre os pares. Isso levou a um aumento no posicionamento a favor da divisa brasileira, segundo dados do Morgan Stanley.

Maiores altas:

Santander (+ 8,09%)

Petrobras (+ 7,85%)

Ultrapar (+ 7,85%)

Maiores baixas:

B2W (-8,31%)

Totvs (- 7,18%)

Gerdau (- 5,50%)

(Com a Reuters)

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