A expectativa pelo pacote trilionário de estímulos à economia nos Estados Unidos e números que mostram a retomada da China fizeram a Bolsa subir 1,27% nesta quinta-feira (dia 14), a 123.480 pontos.

Em meio a declarações do Fed (banco central americano) de que o ajuste nos juros “não está nem um pouco próximo”, o dólar recuou 1,9%, a R$ 5,21.

O que aconteceu com a bolsa e o dólar? A expectativa de que o presidente eleito dos EUA, Joe Biden, anuncie um novo pacote fiscal na ordem de US$ 2 trilhões de dólares para dar suporte à economia afetada pela Covid-19 vem animando os mercados –o índice Dow Jones, por exemplo, atingiu uma nova máxima histórica ao longo dia nesta quinta.

“A expectativa por estímulos nos EUA traz alívio aos mercados globais nesta quinta-feira”, resumiu a equipe de pesquisa econômica do Bradesco.

Além disso, dados melhores do que o esperado para a balança comercial foram divulgados pela China, o que ajudou a animar os investidores sobre a perspectiva para a economia global neste ano.

O fato de o presidente do Fed, Jerome Powell, ter declarado que um eventual aumento na taxa básica de juros dos EUA “não está nem u48m pouco próximo”, que era um dos pontos que vinha pressionando o câmbio, ajudou na queda do dólar.

Maiores altas:

Embraer (+ 8,64%)
Azul (+ 7,26%)
Ecorodovias (+ 5,61%)

Maiores baixas:

PetroRio (- 1,86%)
Natura (- 1,66%)
Totvs (- 1,47%)

(Com a Reuters)

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