Puxada pelo otimismo no exterior com um novo pacote de estímulo nos EUA e pela alta nos preços do petróleo, a Bolsa encerrou esta segunda-feira (dia 10) com ganho de 0,65%, a 103.444 pontos.

O cenário turbulento no exterior, com o aumento nas tensões entre Estados Unidos e China, levou o dólar encerrar o dia em alta de 0,96%, a R$ 5,46.

O que aconteceu com a Bolsa? Nesta segunda, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que democratas afirmaram que querem se reunir com ele para fazer um acordo em torno do pacote de US$ 1,2 trilhão em estímulos para combater os impactos econômicos do coronavírus na economia dos EUA.

O novo estímulo vem sendo objeto de um impasse entre democratas e republicanos, e a frase de Trump animou o mercado.

Além disso, o Ibovespa foi beneficiado da alta nos preços do petróleo nesta segunda. A commodity subiu na esteira de uma melhoria em dados industriais chineses e de um aumento na demanda por energia.

No domingo, o presidente executivo da petroleira saudita Saudi Aramco, Amin Nasser, disse que vê a demanda por petróleo se recuperando na Ásia devido à gradual abertura das economias.

Essa melhoria beneficiou a Petrobras, empresa com peso importante no índice brasileiro, e que encerrou o pregão em alta de 3,39%.

Empresas fortemente exportadoras, como a Vale e a CSN, também tiveram um pregão bastante positivo.

Maiores altas:

Braskem (+ 9,32%)

CSN (+ 7,88%)

Embraer (+ 5,73%)

Maiores baixas:

Totvs (- 7,40%)

Cia Hering (- 5,11%)

Magazine Luíza (- 4,34%)

O que aconteceu com o dólar? O real sofreu com uma depreciação generalizada entre as moedas emergentes. Hoje, a China impôs sanções a 11 cidadãos dos EUA, incluindo parlamentares do Partido Republicano, ao qual pertence o presidente Donald Trump.

Foi uma resposta a sanções por Washington contra Hong Kong e autoridades chinesas acusadas de restringir liberdades políticas na ex-colônia britânica.

(Com a Reuters)

Quer tirar suas dúvidas sobre o Imposto de Renda de 2021? Mande sua pergunta por e-mail (faleconosco@6minutos.com.br), Telegram (t.me/seisminutos) ou WhatsApp (https://6minutos.uol.com.br/whatsapp).