Pela primeira vez desde 17 de setembro, a Bolsa fechou acima dos 100 mil pontos. Impulsionado pela expectativa de um acordo de estímulo nos Estados Unidos e por apostas em resultados do terceiro trimestre melhores do que o esperado para os bancos, o Ibovespa encerrou esta terça-feira (dia 20) em alta de 1,91%, a 100.539 pontos.

Já o dólar, que operou em baixa a maior parte do dia, acabou fechando o pregão em leve alta de 0,12%, a R$ 5,61.

O que aconteceu com a Bolsa e o dólar hoje? A cena corporativa ocupou os holofotes, com os bancos do Ibovespa respondendo pela maior contribuição positiva.

A expectativa dos investidores é que as instituições financeiras entregarão resultados trimestrais melhores do que o esperado entre o final deste mês e o início de novembro. A esperança de recuperação fez os papeis de Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e BTG saltarem acima de 4%.

Outro destaque foi a CSN, que anunciou que pediu registro para IPO (oferta inicial) da sua subsidiária CSN Mineração.

Além disso, em Wall Street as ações encerraram em alta com o crescente otimismo de que estejam progredindo as negociações entre os parlamentares dos Estados Unidos sobre um pacote de estímulo que visa amortecer o choque econômico da pandemia do coronavírus.

A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, afirmou acreditar que os democratas possam chegar a um acordo com a Casa Branca que poderia disponibilizar o auxílio já no início do próximo mês, e deu como prazo para isso acontecer .

Segundo dados preliminares, o Dow Jones avançou 0,4%, o S&P 500 teve alta de 0,47% e o Nasdaq avançou 0,32%.

Apesar de ter operado grande parte do dia em queda, o dólar acabou revertendo as perdas no final da tarde,

Maiores altas:

Eztec (+ 5,63%)

BTG Pactual (+5,53%)

CSN (+ 5,19%)

Maiores baixas:

Totvs (- 1,07%)

Rumo (- 1,02%)

Gol (- 0,95%)

(Com a Reuters)

 

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