Em meio ao pessimismo com a segunda onda de coronavírus nos Estados Unidos, a Bolsa encerrou o pregão desta segunda-feira (dia 26) em queda de 0,24%, a 101.016 pontos.

O dólar recuou 0,25%, a R$ 5,61.

O que aconteceu com a Bolsa e o dólar hoje? A bolsa paulista sucumbiu à piora de humor em Wall Street, em meio a preocupações com o aumento de casos de coronavírus nos EUA e Europa e os possíveis efeitos sobre a economia de eventuais novas quarentenas.

Estados Unidos, Rússia e França estabeleceram recordes diários de infecções por coronavírus. O número de americanos hospitalizados com a Covid-19 saltou para a máxima de dois meses.

Além disso, a incerteza em torno da eleição presidencial americana em 3 de novembro vem provocando ruídos –apesar da vantagem de Joe Biden em pesquisas de opinião nacionais, a disputa contra o presidente Donald Trump em locais importantes como Flórida e Pensilvânia parece mais acirrada.

O impasse político em torno da aprovação de um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos também provoca incertezas.

A alta nos casos de covid-19 pelo mundo impactou os preços do petróleo e as ações da Petrobras, que recuaram quase 1,5%. Os papeis de empresas ligadas ao turismo, como CVC, Gol e Azul, também foram penalizados.

Na outra ponta, as expectativas positivas pela divulgação de balanços como o da Ambev e da Cielo turbinaram as ações dessas empresas.

O dólar teve um dia de instabilidade, em meio ao temor externo com a alta nos casos de covid e às vésperas da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), que decide sobre a taxa de juros básica na quarta-feira.

Maiores altas:

Santander (+ 3,74%)

Cielo (+ 3,47%)

Intermédica (+ 3,40%)

Maiores baixas:

Multiplan (- 4,29%)

CVC  (- 4,25%)

BR Malls (- 3,61%)

(Com a Reuters)

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