A cotação do ouro alcançou o nível mais alto desde 2012, impulsionada por preocupações com uma segunda onda de infecções por coronavírus e pela iniciativa da China de intervir em Hong Kong.

O ouro à vista valia US$ 1.748,41 a onça nesta manhã em Londres.  Neste ano, o metal já acumula alta de 15%. O Goldman Sachs está prevendo um recorde de US$ 2.000 a onça nos próximos 12 meses, enquanto o JPMorgan Chase disse que os investidores devem ficar com o ouro, pois ele é mais alavancado para um ambiente de baixo rendimento real.

“As preocupações da Covid-19, juntamente com o eventual impacto inflacionário do estímulo do banco central, estão fornecendo suporte para o ouro”, disse Ole Hansen, chefe de estratégia de commodities do Saxo Bank. Embora os ganhos recentes tenham mais uma vez atraído lucros, os compradores também estão retornando, disse ele.

Contexto: Os avanço no número de casos do coronavírus em regiões como Alemanha, Flórida, Califórnia e Texas levaram a Organização Mundial de Saúde a alertar para “uma nova e perigosa fase”, embora haja sinais de que um recente surto em Pequim esteja sob controle. O ouro é visto como um investimento seguro e defensivo em tempos de incerteza.

(Com Bloomberg)

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