O volume de serviços avançou 0,5% em agosto de 2021, frente a julho de acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (14). Em julho havia sido 1,1% e em junho, 1,8%.

Na série com ajuste sazonal, o ganho acumulado foi de 6,5% nos últimos cinco meses. Assim, o setor alcançou o maior patamar desde novembro de 2015 e está 4,6% acima do resultado registrado em fevereiro de 2020, período pré-pandemia.

Entre as atividades que impulsionaram o crescimento de 0,5% em agosto estiveram informação e comunicação (1,2%), transportes (1,1%) e serviços prestados às famílias (4,1%).

O único resultado negativo foi o de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,4%), o que reverte parte do ganho de 4,1% alcançado pela categoria entre maio e julho deste ano.

Em comparação com agosto de 2020, o volume do setor de serviços avançou 16,7%. Essa foi a sexta alta consecutiva, ainda que ligeiramente menor do que as observadas nos meses anteriores. Em julho, o avanço havia sido de 17,8% e em junho, 21,1%.

As contribuições positivas mais importantes foram de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (16,2%), além de informação e comunicação (9,4%).

Turismo

O setor de turismo teve sua quarta alta consecutiva em agosto, subindo 4,6% frente a julho. Ainda assim, o segmento segue 20,8% abaixo do patamar de fevereiro de 2020.

Quando analisadas as regiões, a maior contribuição positiva foi de São Paulo (4,9%), seguido por Minas Gerais (4,7%), Goiás (8,8%) e Paraná (5,4%). O resultado negativo mais intenso foi observado no Rio de Janeiro (-1,1%).

Quando comparado com agosto de 2020, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 53,8%, alcançando a quinta taxa positiva seguida.

No acumulado do ano, o setor apresentou alta de 17,7% frente a 2020. O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos aumentos nas receitas de empresas de transporte aéreo, hotéis, restaurantes e da locação de automóveis.

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