As vendas no varejo brasileiro recuaram 7,9% em setembro frente ao mesmo período do ano anterior, descontada a inflação, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que acompanha mensalmente as vendas de 1,5 milhão de varejistas credenciados à empresa de meios de pagamentos.

Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, a queda foi de 3,5%, conforme os dados divulgados pela Cielo nesta sexta-feira.

Apesar do resultado negativo, uma vez que o setor continua sofrendo com os efeitos da pandemia de coronavírus, o declínio diminuiu pelo quinto mês seguido. Em agosto, a queda nas vendas reais foi de 15,1% e nas vendas nominais foi de 12,6%. Em abril, no pior momento, caíram 36,5% e 35,4%, respectivamente.

“Essa recuperação é percebida em todos os setores, apesar de alguns deles, principalmente aqueles relacionados a serviços, ainda estarem em um patamar abaixo de 2019”, afirmou o superintendente-executivo de Big Data da Cielo, Gabriel Mariotto.

“Se não levássemos em conta os setores de serviços como turismo, alimentação, entre outros o ICVA nominal já estaria acima de zero em setembro”, acrescentou.

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