A taxa de desemprego ficou em 14,1% e atingiu 14 milhões de brasileiros no trimestre entre setembro e novembro de 2020. O número é estável em relação ao trimestre de junho a agosto, segundo divulgado nesta quinta-feira (28) pelo IBGE.

Em comparação ao mesmo período de 2019, o número de desempregados subiu 18,2%, ou seja, 2,2 milhões de pessoas a mais estavam sem trabalhar.

Veja outros destaques da pesquisa:

Empregados: A população ocupada (85,6 milhões) subiu 4,8% (3,9 milhões de pessoas a mais) em relação ao trimestre anterior e caiu 9,4% (menos 8,8 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. O nível de ocupação ficou em 48,6%.

Subutilização: A taxa de subutilização ficou em 29%, somando 32,2 milhões de pessoas subutilizada. O número caiu 3,5% (menos 1,2 milhão de pessoas) frente ao trimestre anterior e subiu 21% (mais 5,6 milhões de pessoas) contra o mesmo trimestre de 2019.

Força de trabalho: A população na força de trabalho (99,6 milhões de pessoas) subiu 4,3% (mais 4,1 milhões) frente ao trimestre anterior e caiu 6,3% (menos 6,7 milhões de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2019. A população fora da força de trabalho (76,4 milhões de pessoas) caiu 3,4% (menos 2,7 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior e subiu 17,3% (mais 11,3 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019.

Desalentados: A população que não estava trabalhando e não estava buscando emprego somou 5,7 milhões, mantendo estabilidade em relação ao trimestre anterior e cresceu 22,9% (mais 1,1 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2019.

Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado: O número ficou estimado em 30 milhões, com crescimento de 3,1% (mais 895 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e caiu 10,3% (menos 3,5 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2019.

Empregados sem carteira assinada no setor privado: O número ficou em 9,7 milhões de pessoas, alta de 11,2% (mais 980 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. Menos 2,1 milhões (17,6%) ante o mesmo trimestre de 2019.

Autônomos: O número de trabalhadores por conta própria (22,9 milhões de pessoas) subiu 6,6% (mais 1,4 milhão) contra o trimestre anterior e caiu 6,7% (ou menos 1,7 milhão de pessoas) frente ao mesmo período de 2019.

Trabalhadores domésticos: O número ficou em 4,8 milhões de pessoas, subindo 5,1% (mais 231 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e caindo 24,6% (menos 1,6 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019.

Informalidade: A taxa de informalidade chegou a 33,5 milhões de trabalhadores informais ou 39,1% da população ocupada. No trimestre anterior, a taxa foi 38,0% e, no mesmo trimestre de 2019, 41,1%.

 

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