SÃO PAULO (Reuters) – A área de trigo no Rio Grande do Sul pode crescer de 15% a 20% neste ano, impulsionada pela demanda vinda da indústria de carnes que tem encontrado no cereal uma alternativa para ração em meio à quebra na safra de milho, estimou nesta segunda-feira a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (FecoAgro).

Com isso, a federação acredita que a área semeada poderá ficar em torno de 1,1 milhão de hectares, disse a jornalistas o presidente da entidade, Paulo Pires, em evento online.

“Temos uma questão nova em 2021 que é a questão da alimentação animal… Neste momento, com a entrada a indústria de carnes para alimentação animal, está mais interessante vender aqui do que exportar”, afirmou ele.

(Por Nayara Figueiredo)

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