SÃO PAULO (Reuters) – A Petrobras confirmou que a demissão do gerente executivo de Recursos Humanos ocorrida nesta segunda-feira se deu por desacordo com políticas que proíbem negociação de papéis da companhia às vésperas da divulgação do balanço financeiro.

O comunicado veio após a divulgação de notícias na imprensa de que Cláudio Costa negociou ações da empresa durante o chamado “período de silêncio”.

“O gerente executivo de Recursos Humanos foi desligado da companhia na data de hoje”, afirmou a Petrobras, citando seu estatuto que veda negociação de papéis da empresas ligadas a ela nos 15 dias antes da divulgação de demonstrações financeiras.

Costa também deixou o cargo de conselheiro da administração da subsidiária Transpetro.

A Petrobras ainda reiterou que Pedro Brancante, chefe do gabinete da presidência, ocupará a função interinamente, até a indicação de novo executivo para o cargo.

(Por Nayara Figueiredo)

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