O preço sempre foi uma barreira para pequenas e médias empresas conseguirem oferecer planos de saúde para seus funcionários. Se depender da Ticket, esse problema vai ficar no passado. A empresa, mais conhecida pelos benefícios de alimentação e refeição, acaba de relançar o Ticket Saúde.

Como funciona o Ticket Saúde? Ele funciona como qualquer outro benefício de saúde que as companhias oferecem aos colaboradores. Qualquer empresa com CNPJ pode contratá-lo, o que inclui os MEIs (microempreendedores individuais).

Qual o diferencial? O que chama a atenção logo de cara são os preços. O plano mais básico custa R$ 9,90 por mês por usuário e dá acesso a uma rede de hospitais, médicos e laboratórios. As consultas custam a partir de R$ 35.

Mas o usuário tem que pagar pela consulta? Depende. Por esse modelo, o empregador pode ou não colocar créditos mensais e cumulativos para o funcionário gastar com saúde. Se o crédito for insuficiente, o colaborador terá de complementar.

Só existe esse tipo de plano? Não. A Ticket possui planos que variam de R$ 9,90 a R$ 59,90 por mês por usuário. A versão mais cara dá direito a um seguro internação que reembolsa diárias de internação hospitalar.

O que a empresas ganham com esse benefício? Charles Boussion, gerente de inovação e mercados estratégicos da Ticket, diz que o plano de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelos funcionários. “Mas muitas empresas, principalmente as menores, não conseguem oferecer. O custo é alto e o valor envolve muitas variáveis, como sinistralidade, inflação médica. Nossos planos têm valores fixos.”

Alguma vantagem para o usuário? Boussion diz que o grande diferencial do Ticket Saúde é permitir que os usuários tenham acesso a uma rede de médicos e serviços com descontos de até 80%. “Tem consulta mais cara? Tem. Mas também tem consulta de R$ 35. Permite que o usuário se responsabilize, tome decisões, escolha o médico, agende e pague com os créditos que a empresa depositou”, diz Boussion.

A empresa vai depositar que valor? Se quiser, pode não depositar nada. “Mas a gente aconselha que sejam feitos créditos mensais para estimular que as pessoas cuidem da saúde e se previnam de doenças. Calculamos um valor mínimo de crédito de R$ 15 mensais.”

Qual o público alvo? Boussion diz que a empresa não pode revelar metas, mas que todos as empresas que oferecem produtos Ticket para seus colaboradores são potenciais alvos do benefício de saúde.

Charles Boussion, Gerente de Inovação e Mercados Estratégicos da Ticket

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