Por Isabel Versiani

(Reuters) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendeu a agenda de tecnologia da instituição nesta quarta-feira, destacando a importância de se entender as transformações em curso na intermediação financeira para melhor formular a política monetária.

“Uma pessoa poderia perguntar, bom, por que você não está 100% focado em política monetária? Porque o canal de política monetária do futuro não é o canal do presente e eu preciso entender como é que a intermediação financeira vai se desenhar para eu poder fazer a política monetária do futuro”, disse Campos Neto em evento da Fenasbac, uma entidade dos servidores do BC.

Questionado sobre qual deverá ser o seu legado ao deixar o BC, Campos Neto disse que o legado da equipe será ter entendido movimentos importantes que estavam acontecendo globalmente e se antecipado.

“Por isso nós antecipamos o projeto do Pix, por isso que nós gastamos muitas horas discutindo coisas de tecnologia”, afirmou, acrescentando que sua equipe investiu tempo em projetos que se transformaram em realidade, contribuindo para a democratização dos serviços financeiros e para facilitar a vida das pessoas.

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