A pandemia vem acelerando as vendas de produtos que têm a ver com a casa. E isso tem uma explicação: o lar se transformou em local de trabalho, estudo e lazer. Dados divulgados hoje pela Cielo mostram que a receita do varejo foi puxada em agosto pelos segmentos de material de construção, móveis e eletrodomésticos.

Como ficaram as vendas? As vendas recuaram 15,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em termos nominais, a queda foi de 12,6%.

Então o resultado foi ruim? Depende do ponto de vista. A Cielo diz que foi o quarto mês consecutivo de recuperação das vendas

“Vale notar que em agosto o varejo não só continuou o movimento de recuperação como acelerou esta trajetória. Se descontarmos os efeitos de calendário, a receita nominal ficou pouco menos de 10% abaixo do mesmo mês do ano passado” afirma Gabriel Mariotto, superintendente-executivo de Inteligência da Cielo.

Só esses grupos estão indo bem? Não. O setor de serviços também registrou aceleração, com destaque para os segmentos de Turismo e Transporte e Bares e Restaurantes que, apesar de ainda registrarem forte queda em relação a um ano atrás, demonstram aceleração na retomada.

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