A pandemia mudou a disposição de compra de presentes para o Dia das Mães. Levantamento do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo) mostrou queda na intenção de compra de eletrodomésticos e aumento no interesse por perfumes e notebooks.

Veja variações para baixo na intenção de compra:

  • Refrigeradores: -13,2%
  • Microondas: -20%
  • Televisores: -20,8%
  • Smartphones (-24,4%)

Veja variações para cima na intenção de compra:

  • Fogões: +0,1%
  • Máquinas de lavar roupas: +5,4%
  • Notebooks: +9,4%
  • Perfumes: +44%

O que isso significa? Os dados mostram aumento de interesse por perfumes, que custam menos que uma geladeira e são produtos para o bem-estar pessoal, não para a casa. Já o notebook reflete uma necessidade da pandemia, pois muitas mães estão em home office e precisam de um equipamento para trabalhar.

O que as mães querem? Um manifesto nas redes sociais pede o fim de presentes para a casa e mais agrados pessoais para a mãe. É o Meu Presente de Mãe (http://www.meupresentedemae.com.br), que busca 35 mil assinaturas para gerar propaganda “boca a boca” a respeito do manifesto.

Segundo o movimento, o objetivo é do manifesto é rebater o conceito estereotipado e estrutural da sociedade que vincula, automaticamente, mulheres com a vida doméstica.

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