A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Armac, empresa brasileira de locação de equipamentos, deve levantar ao menos R$ 1,1 bilhão, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.

A Armac e um fundo gerido pela Gávea Investimentos, acionista vendedor, devem vender ao menos 68.477.808 ações a R$ 16,63 cada, topo da faixa indicativa, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque a informação ainda não é pública. As conversas continuam e ainda não há decisão final, revelaram os informantes.

A Armac e a Gávea não responderam imediatamente a pedido de comentário.

Se os lotes adicional e suplementar forem vendidos integralmente, a oferta pode levantar R$ 1,5 bilhão, e a fatia da Gávea na companhia pode cair de 38,5% para 22,5%, segundo cálculos baseados no prospecto.

Os coordenadores da oferta são Santander, Itaú BBA, BTG Pactual e Morgan Stanley.

A Armac, que contava com uma frota própria de mais de 1.400 equipamentos locáveis ao fim do primeiro trimestre, pretende utilizar os recursos da tranche primária da oferta para a aquisição de máquinas e equipamentos.

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