Não está fácil buscar opções econômicas para a refeição dentro de casa. Uma pesquisa nos dados do IPCA, divulgados hoje pelo IBGE, mostra que o arroz subiu 59,48% no ano. Mas a principal alta foi a do óleo de soja: uma impressionante alta de 77,69% no ano.

O feijão, principal acompanhamento do arroz, também não deu trégua: subiu 12,08% no ano.

Mas esses itens são comprados em quantidades que servem várias refeições. E o consumidor sempre tem a opção de procurar marcas mais baratas.

O mesmo não acontece com a famosa mistura, que também subiu os olhos da cara. Os dados do IPCA mostram que a carne de segunda encareceu mais que os cortes de primeira. O problema é que a carne de primeira é tão cara que acaba não cabendo no bolso de muitos consumidores.

Veja carnes que ficaram mais baratas no ano:

  • Filé mignon: -17,51%
  • Alcatra: -5,25%

E as que subiram mais:

  • Músculo: +14,75%
  • Acém: +10,60%
  • Cupim: +12,49%
  • Costela: +19,38%

Dá para substituir a carne por opções mais econômicas? Sempre dá, mas os substitutos também ficaram mais caros:

  • Ovo: +7,09%
  • Frango: +8,42%
  • Tainha: +38,35%
  • Linguiça: +15,14%

Alguma sugestão? A sardinha teve uma queda de 6,8% no acumulado do ano.

Quer receber notícias do 6 Minutos direto no seu celular? Estamos no Telegram (t.me/seisminutos) e no WhatsApp (https://6minutos.uol.com.br/whatsapp).