Uma possível prorrogação do auxílio emergencial é acompanhada com atenção por todo o mundo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (1º) que o ministro da Cidadania, João Roma, iria estender o auxílio emergencial, que deixa de ser pago em outubro.

“Daqui até o fim do ano, ministro Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura vai vender mais 22 aeroportos, ministro Rogério Marinho do Desenvolvimento Regional vai terminar as obras que ficaram ‘inconcluídas’, ministro João Roma vai estender auxílio emergencial. Nós somos um time remando pelo Brasil”, declarou Guedes em cerimônia de assinatura do decreto da Cédula de Produto Rural (CPR) Verde.

O problema é parece que ele se enganou. Em nota, o Ministério da Economia esclareceu que Guedes estava se referindo ao Auxílio Brasil, e não ao auxílio emergencial. O curioso é que não dá para estender o Auxílio Brasil ainda, pois ele não começou a ser pago.

“O Ministério da Economia esclarece que o governo quer estender a proteção aos cidadãos em situação de vulnerabilidade com o novo programa social Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família. […] Em sua fala durante o evento de comemoração dos 1.000 dias de governo no Palácio do Planalto, o ministro falou em “Auxílio Emergencial” em vez de “Auxílio Brasil”.

Prorrogação

Em entrevista ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), Roma já havia sinalizado que a extensão do auxílio emergencial estava na mesa de negociações.

A primeira ideia do governo, contudo, era não renovar o benefício e criar o Auxílio Brasil, em substituição ao Bolsa Família.

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