A falta de detalhes de como o governo vai custear o novo Auxílio Brasil não tira do radar dos investidores a tensão com o risco de rompimento do teto de gastos. O ministro da Cidadania, João Roma, disse ontem que o benefício vai chegar a R$ 400, mas não explicou qual será a fonte dos recursos que vão bancar esse aumento.

Para tentar levar um pouco de calma aos investidores, Roma disse que o governo não vai deixar isso acontecer.

Uma das possibilidades em estudo pelo governo é ajustar a PEC dos Precatórios para viabilizar o novo auxílio. Por isso, a reunião da comissão da Câmara que votaria a PEC foi adiada de ontem para hoje.

A Renner realiza assembleia hoje para discutir aumento de capital e outros temas.

Veja o que interessa ao mercado nesta quinta:

Tensão fiscal

A falta de explicações do governo sobre as fontes de financiamento que bancarão o Auxílio Brasil turbinado (valor pode chegar a R$ 400) mantém a preocupação dos investidores com o risco de rompimento do teto de gastos.

PEC dos Precatórios

A Comissão Especial da PEC dos Precatórios adiou para hoje a votação do parecer do relator, deputado Hugo Motta. O mercado acompanha eventuais mudanças na PEC para bancar o aumento do Auxílio Brasil.

Renner

Promove assembleia geral extraordinária para discutir aumento de capital, alterações no estatuto social. Acontece às 13h em formato digital.

Leilão de títulos públicos

O Tesouro realiza leilão de títulos públicos, com lotes para venda de Letras do Tesouro Nacional (LTN), Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) e Letras Financeiras do Tesouro (LFT)

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