O comércio de São Paulo quer voltar a funcionar de portar abertas. A ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e a Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) pediram ao governador João Doria que flexibilize as regras de funcionamento das atividades consideradas não essenciais.

Durante as fases vermelha e emergencial, shoppings e comércio de rua não podem atender presencialmente. Ou seja, só podem vender por canais digitais.

O que as entidades sugerem? Em ofício a Doria, sugerem a adoção de um horário escalonado de abertura e funcionamento das atividades, bem como uma campanha de conscientização do consumidor e da população.

“Não se pode ignorar que o longo período de restrições, superior a um ano, embora intermitentes, vem provocando significativos prejuízos econômicos, sociais e até psicológicos, afetando o estado de espírito da população”, diz Alfredo Cotait Neto, presidente da Facesp e da ACSP.

Segundo ele, não é o comércio não essencial o responsável pelo aumento de casos de covid-19.

Por fim, as entidades alertam que a “penalização do comércio não essencial está gerando danos irreparáveis para as empresas do setor, como o aumento do desemprego, a descapitalização, o endividamento das empresas, a desestruturação das cadeias de suprimentos e o agravamento da concorrência informal por vias eletrônicas, onde se vende de tudo, inclusive produtos importados ou contrabandeados sem o recolhimento de impostos”.

Veja abaixo o que abre e fecha na fase vermelha do Plano São Paulo:

Pode funcionar

  • Serviços de saúde
  • Supermercados
  • Padarias
  • Farmácias
  • Postos de gasolina
  • Hotéis
  • Pet shops
  • Lavanderias
  • Transporte público
  • Escolas

Precisar fechar

  • Bares e restaurantes (só podem fazer delivery e entrega no local)
  • Shoppings centers
  • Comércio de rua
  • Parques
  • Academias
  • Cinemas, teatros, museus
  • Salões de beleza
  • Escritórios
  • Concessionárias

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