A recomendação é para ficar em casa para conter a disseminação do coronavírus. Justamente por isso, as pessoas estão comprando mais produtos que ampliam o conforto do lar. E como não dá para sair de casa, essas compras estão acontecendo de forma online.

Dados da Ebit|Nielsen mostram que as vendas online entre os dias 31 de março a 6 de abril cresceram 18,5% em relação à semana anterior.

O que puxou essas vendas? Foram produtos que têm peso importante no comércio eletrônico, como eletrodomésticos e eletrônicos. Quem já não viu por aí a postagem de um amigo exibindo sua nova aquisição para o lar? Veja abaixo:

  • Casa e decoração: 23,5%
  • Informática: 22,3%
  • Eletrodomésticos: 21%
  • Eletrônicos: 20,3%
  • Informática: 22,3%
  • Telefonia: 12%

O que esses números dizem? Para a Ebit|Nielsen, o brasileiro está buscando mais conveniência em suas compras, por isso a opção pelo comércio eletrônico. Além disso, há uma tendência de entrada de novos consumidores no e-commerce.

“O e-commerce tornou-se um facilitador da situação imposta pela covid-9 à medida que os consumidores adaptam suas atividades diárias para dentro dos seus lares e, consequentemente, aumentam a demanda por serviços online”, afirmou o diretor de Atendimento ao Varejo e E-commerce da Nielsen Brasil, Roberto Butragueño.

Alguma novidade nesse movimento de compras online? Sim, houve aumento nas vendas de produtos de giro rápido, como os de higiene e beleza, limpeza e alimentos. Em situações normais, esses produtos costumam ser comprados em lojas físicas.

“A venda desses produtos cresce de maneira ainda mais acelerada com essa nova realidade”, diz Roberto Butragueño.

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