Com apoio de centrais sindicais, entidades de representação dos caminhoneiros mantiveram o chamado para a greve marcada para esta segunda-feira, dia 1º. A principal queixa é contra o aumento do diesel, que já subiu mais de 34% nos últimos 12 meses, segundo o IPCA-15.

Por isso, os caminhoneiros pedem o fim da política de preços da Petrobras, que reajusta o valor dos combustíveis de acordo com o custo do petróleo no mercado internacional e com o dólar.

“Estou buscando apoio de outros segmentos para fortalecer a nossa luta, para que o governo tenha sensibilidade e retire o PPI (preço paridade de importação). Peço apoio aos irmãos caminhoneiros. Você que não está aguentando essa situação, vamos cruzar os braços”, diz Wallace Landim, conhecido como Chorão, presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores).

Como não existe uma liderança única representando os caminhoneiros, não dá para saber como será a adesão ao movimento grevista.

O presidente da CUT, Sergio Nobre, declarou apoio à greve. “A luta dos caminhoneiros é de toda classe brasileira”, disse ele se referindo ao impacto da alta do diesel sobre os preços dos alimentos.

Quer receber notícias do 6 Minutos direto no seu celular? Estamos no Telegram (t.me/seisminutos) e no WhatsApp (https://6minutos.uol.com.br/whatsapp).