O Ministério do Trabalho e Emprego informou que o Brasil teve saldo positivo de 372 mil postos de trabalho no mês de agosto, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados foram divulgados na manhã desta quarta (29).

Ainda segundo os dados do governo Bolsonaro, em 12 meses, o saldo acumulado é de 2,2 milhões de novos empregos. No mesmo período, o país registrou 13 milhões de admissões e 10,9 milhões de desligamentos.

Atividade

No saldo por agrupamento de atividade econômica, o destaque ficou para o setor de serviços, com 180 mil novos postos em agosto, concentrados principalmente nas áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.

Também tiveram saldo positivo os outros quatro agrupamentos principais: comércio (78 mil postos),  indústria (73 mil postos), construção (32 mil postos) e agropecuária (9 mil postos).

Região

Na divisão regional, o Sudeste foi a região que mais criou empregos (185 mil postos), seguida do Nordeste (83 mil), depois Sul (54 mil), Centro-Oeste (30 mil) e Norte (20 mil).

As unidades federativas com maior saldo foram São Paulo, com 114 mil postos (+0,89%), Minas Gerais, com 43 mil (+0,99%), e Rio de Janeiro, que criou mais 23 mil postos (+0,71%) em agosto.

Amapá, com mais 882 postos (+1,28%), Roraima, com 592 postos (+0,98%), e Acre com 346 (+0,38) obtiveram os menores saldos.

Menores salários

Ao contrário dos números positivos na criação de postos de trabalho, o salário médio real registrado em agosto de 2021 não é nada animador. A quantia ficou em R$ 1.792 e foi a menor dos últimos 12 meses.

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