Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) – Em seu terceiro discurso na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, o presidente Jair Bolsonaro levou ao principal palco mundial a defesa do chamado “tratamento precoce” contra Covid-19 e criticou medidas sanitárias adotadas pelo mundo, apontando essas estratégias como responsáveis por inflação.

Bolsonaro afirmou não entender porque vários países e a imprensa criticam o tratamento precoce –uso de medicamentos que não tiveram sua eficácia comprovada contra o coronavírus– e afirmou que a “ciência e a história saberão julgar aqueles que foram contra”.

O presidente disse ainda ser contrário a medidas como passaporte sanitário, do tipo adotado pela cidade de Nova York, e afirmou que todos os brasileiros “que desejarem” estarão vacinados até o final do ano. Bolsonaro é o único chefe de Estado do G20, grupo das maiores economias do mundo, a não ter se vacinado.

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