Em razão da inflação, que em 12 meses já bateu 10,67%, comerciantes terão o desafio de mostrar aos consumidores que os preços estão realmente mais baixos e fazer com que os produtos oferecidos caibam na renda do brasileiro, que perdeu poder de compra nos últimos tempos.

Segundo analistas do mercado, por causa da alta de preços, o consumidor perdeu sua régua de comparação e terá mais dificuldade de saber se o desconto que está no produto é realmente compensador – principalmente nos eletroeletrônicos, destaques da promoção anual.

Desde 2014, a Black Friday supera o Natal na comercialização de eletroeletrônicos. Em valor, o evento já responde por um quinto dos negócios anuais desses itens. Por causa da pandemia, há uma escassez de matérias-primas em todo o mundo. Além disso, no Brasil, o câmbio está em alta. Com isso, houve um reajuste médio de 30% nos preços dos eletroeletrônicos ao consumidor.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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