Como você decide se vai fechar mesmo uma compra online ou se vai abandonar aquele item no carrinho para pesquisar mais lugares? Nesse processo de decisão, um dos fatores que mais pesam são as avaliações dos usuários que já compraram aquele mesmo produto no e-commerce.

“As avaliações pesam em qualquer tipo de compra online, porque a pessoa não está na frente do lugar em que está comprando. Elas priorizam mais as avaliações do que a reputação da instituição em si”, afirma o gerente da Worldpay from FIS na América Latina, Juan Pablo D’Antiochia.

Como o consumidor não consegue olhar o produto ou serviço com os próprios olhos, a opinião de outros ganha mais importância.

Com as avaliações, o comprador recebe informações que não estão explícitas pelo site vendedor. No caso de cursos online, foco de uma pesquisa divulgada pela Worldpay from FIS, é possível se informar sobre a qualidade do conteúdo, da plataforma em que o curso é hospedado ou sobre a didática do professor, por exemplo.

Além das avaliações, o que mais pesa? A credibilidade da empresa, segundo a pesquisa. Quem não acredita no vendedor não cria conta ou fornece dados do cartão de crédito. No Brasil, 61% dos entrevistados tendem a criar uma conta para comprar cursos online quando confiam na empresa. Serviços de pagamento antifraude também são uma preocupação dos consumidores.

Os dados mostram que os alunos deste segmento são mais propensos a comprar os serviços se puderem ver indicadores de segurança e reputação, como logos e avaliações de usuários durante a jornada de compra.

Na hora da compra, a maior parte dos alunos está disposta a fazer autenticação do pagamento em duas etapas por motivo de segurança. O preferido globalmente é a autenticação por biometria digital (56%), seguido por reconhecimento facial (19%) e reconhecimento de voz (10%). 15% afirmam que não usariam o recurso.

Qual a forma de confirmação de pagamento preferida? O e-mail agrada a 90% dos brasileiros entrevistados. Já o SMS é o menos querido no país e funciona como opção de comprovação para apenas 14%.

D’Antiochia atribui a preferência dos brasileiros às características de cada uma das ferramentas. “A quantidade de conteúdo que você pode colocar em um e-mail é bem maior do que em um SMS. Se você tiver um problema futuro, por exemplo, é mais fácil enviar um e-mail para comprovar a situação do que um print de um SMS”, afirma.

Como a pesquisa foi feita? A Worldpay from FIS realizou um estudo sobre experiências de pagamento digital e preferência de 33 mil consumidores de 12 países sobre educação online.

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