Algumas das principais associações comerciais e de serviços do país publicaram nesta quinta-feira (22) um informe publicitário contra as medidas de restrição adotadas para conter a disseminação do novo coronavírus.

Com o slogan “o comércio formal não suporta mais pagar a conta sozinho, não vamos aceitar novos fechamentos” e a hashtag #nãoaceitamosnovosfechamentos, essas associações afirmam que as restrições ajudam a aprofundar a crise e o sofrimento do comércio.

“O comércio formal, responsável por 70% dos empregos no país, já contribuiu economicamente de demasia nesta pandemia. O comércio está exaurido. Não aceitamos limitações e restrições, que só agravam a situação”, diz o manifesto.

O que as associações pedem? As entidades querem trabalhar plenamente e pedem o fim das restrições sob a justificativa de salvar empregos e evitar que mais empresas fechem as portas.

Segundo a carta, “o abre e fecha seletivo e sem critérios e evidências, praticado por alguns prefeitos e governadores, eleva os custos trabalhistas e de operação, causa instabilidade e insegurança o que acaba gerando demissões e falência de empresas”.

O que diz o manifesto:

A justificativa alegada é de que:

  • 25% do comércio quebrou e não volta mais
  • 15 milhões de empregos dependem do comércio aberto
  • 30 milhões de brasileiros já estão desempregados
  • Não há vacina contra o desemprego e a fome

Quem assina:

  • Abrasce
  • Alshop
  • Abrasel
  • Associação Comercial de São Paulo (ACSP)
  • CACB
  • CNDL
  • ANR
  • ABF
  • CNS
  • Afrac
  • Adibra
  • Abravest
  • Abit
  • Facesp
  • ACRJ
  • Sindilojas
  • Sindepat
  • Sincomercio
  • ACAD
  • Seea Atesp
  • Ubrafe
  • Sindiprom
  • Fórum de Operações Hoteleiras do Brasil (FHB)
  • Acref-SP
  • CNTur
  • Associação Brasileira de Salões de Beleza
  • Abeoc Brasil
  • Conampe
  • FBHA
  • Pró-beleza
  • Abrafesta
  • Movimento Gastronomia Viva

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