O Palácio do Planalto informou ontem à noite que rejeitará ajuda de US$ 20 milhões, equivalente a R$ 83 milhões, prometidos pelo G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, para auxiliar no combate a incêndios na Amazônia.

Em que contexto a ajuda foi recusada? A proposta de ajuda saiu da reunião do G7, que reuniu o presidente Emmanuel Macron, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro britânico Boris Johnson. De início, Macron defendeu suspender o acordo entre União Europeia e Mercosul, mas a proposta não teve a adesão dos demais líderes.

E como andam os ânimos entre Macron e o governo brasileiro? Nada bons. Vários membros do governo acusam Macron de usar os incêndios na Amazônia como pretexto para interferir na soberania do país. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, chamou o francês de cretino e sem caráter.

As farpas desandaram para o campo pessoal? Um dos seguidores de Bolsonaro fez uma brincadeira de mau gosto postando as fotos dos dois presidentes com suas respectivas esposas e dizendo que agora entendia o motivo da perseguição de Macron. A piada foi respondida da pior forma por Bolsonaro: Não humilha, kkk. Macron respondeu dizendo esperar que os brasileiros venham a ter um presidente à altura do cargo. “O que eu posso dizer a vocês? É triste, mas é em primeiro lugar triste para ele e para os brasileiros”, afirmou o presidente francês.

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