A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) autorizou ontem a retomada de cirurgias e outros procedimentos eletivos, aqueles que não são de urgência e emergência. Esses procedimentos estavam suspensos desde 25 de março para priorizar o atendimento de  como medida de enfrentamento à pandemia do coronavírus.

E os prazos de atendimento de consultas? Os prazos máximos para atendimento pelas operadoras de planos de saúde foram retomados. Eles haviam sido flexibilizados também por conta do coronavírus.

E quais são esses prazos? Os prazos máximos são de sete dias para consultas em pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia e cirurgião dentista; 14 dias para as demais especialidades; dez dias para consulta ou sessão com fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo, terapeuta ocupacional e fisioterapia; três dias para diagnóstico de laboratório de análise clínica; 21 dias para atendimento de alta complexidade e internação eletiva; e dez dias para atendimento em hospital-dia.

Qual o contexto da liberação? Segundo a ANS, diversas sociedades médicas e representações de prestadores de serviços “asseguram que os estabelecimentos de saúde estão organizados e têm condições adequadas de atender à demanda por procedimentos e cirurgias eletivas (não considerados urgentes), sem prejudicar o atendimento aos casos de covid-19”.

Mas e os cuidados com o coronavírus? A ANS ressalta que o país continua com a emergência sanitária causada pelo novo coronavírus e que todos os cuidados para evitar a contaminação devem ser seguidos pelos beneficiários, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços.

“Isso inclui as medidas de distanciamento social, uso de equipamentos de proteção e manutenção das normas de higiene preconizadas pelas autoridades de saúde e gestores locais. Os serviços de saúde também devem se manter atentos e levar em consideração a possibilidade de ter que interromper os procedimentos não urgentes, caso o cenário epidemiológico se modifique e indique qualquer risco de colapso do sistema de saúde para o conjunto dos beneficiários e da população em geral”.

(Com Agência Brasil)

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