A notícia de que os Estados Unidos permitirão a entrada de viajantes do Brasil e de outros países a partir de novembro deve aquecer o setor de viagens. Os detalhes da autorização ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que a liberação seja dada a passageiros que tenham tomado as duas doses da vacina contra a covid-19.

Como o setor reagiu à notícia? A Latam disse que “recebe com entusiasmo a notícia dos planos de abertura das fronteiras do Estados Unidos, pois é um importante mercado para a companhia”.

Em nota, a Latam informa que está preparada para aumentar os voos entre Brasil e Estados Unidos, assim que essa informação for oficializada. “A Latam não deixou de operar voos do Brasil para os Estados Unidos nem mesmo durante a pandemia nas rotas GRU-MIA e GRU-JFK.”

A Gol informou que deseja retomar a oferta dos voos para os EUA com operações para a Flórida (Miami e Orlando). “A companhia ainda está planejando esta retomada, porém já adianta que os voos partirão do hub em Brasília e os bilhetes já estão sendo vendidos para voos a partir de dezembro de 2021.”

A Azul disse que ” aguardava ansiosamente por essa decisão para reforçar sua operação aos EUA, destino bastante demandado”. “A companhia está pronta para aumentar sua oferta de voos aos EUA e, tão logo tenha mais detalhes, os mesmos serão comunicados.”

Há muita restrição para viajar para o exterior? Segundo levantamento do Kayak, 120 países estão abertos para visitantes brasileiros, incluindo Canadá, Alemanha, Espanha, Portugal.

E como estão os preços para esses destinos reabertos? De acordo com o Kayak, o valor médio das passagens sofreu queda para quase todos esses destinos na comparação entre 2021 e 2019. O país com maior queda de preço é a Espanha (-35%), seguido da República Tcheca (-32%), Alemanha (-28%), Portugal (-24%) e Bélgica (-18%).

As exceções são os preços médios para passagens para o Peru, que subiram 16%, e para o Canadá, que cresceram 4%.

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