A pandemia de coronavírus continua afetando a atividade profissional das pessoas. Na terceira semana de setembro, 3,4% da população ocupada (cerca de 2,8 milhões) estava afastada do trabalho devido ao distanciamento social.

Esse contingente ficou estável em relação à semana anterior e caiu frente à primeira semana de maio, em que o percentual chegava a 19,8% (16,6 milhões). Os dados são da Pnad Covid, divulgada nesta sexta-feira (9) pelo IBGE.

Veja outros destaques da pesquisa:

Empregados: A população ocupada foi estimada em 83,7 milhões, com estabilidade em relação à semana anterior (82,6 milhões de pessoas) e à semana de 3 a 9 de maio (83,9 milhões de pessoas).

Empregados e não afastados do trabalho: Essa população foi de 78,2 milhões de pessoas e ficou estável em relação à semana anterior, mas aumentou em relação a 1ª semana de maio (63,9 milhões).

Trabalho remoto: 7,8 milhões de pessoas (10% da população ocupada e não afastada) trabalhavam remotamente. Esse contingente ficou estável frente à semana anterior (8,2 milhões ou 10,7%).

Informalidade: A taxa de informalidade ficou em 33,6%, estável relação à semana anterior, mas recuou frente à semana de 3 a 9 de maio (35,7%).

Desempregados: A taxa de desempregados ficou em 13,7% e representa uma população desocupada de 13,3 milhões de pessoas, número estável frente à semana anterior e maior em relação à semana de 3 a 9 de maio (9,8 milhões).

Desalentados: A população fora da força de trabalho, que não estava trabalhando e nem procurava por trabalho era de 73,6 milhões de pessoas, mantendo-se estável frente à semana anterior e em relação a maio. Dentre essas pessoas, 25,6 milhões  (34,7%) disseram que gostariam de trabalhar, no entanto, 15,4 milhões delas não procuraram trabalho por causa da pandemia ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam.

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