Depois de quase seis meses de paralisação devido à pandemia, as empresas começam a reabrir as portas, seguindo os decretos e protocolos de segurança e saúde estabelecidos pelos governos estaduais e municipal. A segurança de todos – público, trabalhadores, gestores e clientes — é prioridade neste momento de retomada, inclusive para que os consumidores se sintam confiantes em voltar às lojas, escritórios, salões de beleza, restaurantes, entre outros estabelecimentos.

Além das normas de segurança, a retomada exige outras estratégias para a reorganização e promoção do seu negócio. A pandemia causou milhares de mortes e provocou uma crise econômica de escala global, com grandes impactos sociais e culturais, inclusive nos hábitos de consumo da população.

O mundo virou de ponta-cabeça, o que pode ter afetado a realidade do seu negócio e exigir de você novas competências. “Uma delas é o domínio dos canais digitais”, diz Eder Max, consultor de Negócios do Sebrae de Guarulhos (SP). “Mesmo podendo voltar às lojas e restaurantes, os consumidores se acostumaram ao digital”, acrescenta.

Max lembra que os quase seis meses de isolamento levaram as pessoas a aderir ao mundo digital e a gostar da sua comodidade e rapidez. Por exemplo, se você tem um salão de beleza não pode simplesmente abrir a porta e esperar a freguesia. Precisa baixar um aplicativo para fazer a gestão de sua agenda e dos pagamentos. Com isto, o cliente pode agendar um horário, efetuar o pagamento via cartão de crédito, boleto ou link e ir ao seu salão.

Seja qual for o canal escolhido, o empresário não pode descuidar da gestão dos canais online. Se você tem um restaurante, tem que atender a todos os clientes, preparar todos os pedidos, entregá-los e não deixar ninguém sem resposta. “O mundo online não perdoa erros. Não adianta entrar em todas as redes sociais e aplicativos, se você não tem capacidade para atender a clientela. É um tiro no pé”, avisa Max.

Relacionamento

Nestes tempos de pandemia, o relacionamento com a clientela torna-se vital para o sucesso de um negócio. “Ninguém compra nada de quem não conhece”, alerta Max. “Sua empresa tem que se tornar conhecida, e a melhor forma para isto é o vídeo.”

Se você tem uma loja de bolos, por exemplo, precisa mostrar sua cozinha, os seus bastidores. Por exemplo, fazer um vídeo da calda quente de chocolate sendo derramada vagarosamente no bolo, com fumacinha e tudo. “Mostrar só o bolo feito é muito frio”, brinca Max.

Há uma série de ferramentas para você vender seus produtos e serviços como as disponíveis no YouTube e no Instagram. A ordem é não perder o contato com o cliente e engajá-lo nas suas redes sociais. Mostrar os benefícios da sua empresa e, se possível, dar um cupom de desconto para os mais assíduos. “As pessoas gostam de ganhar”, diz Max.

Quanto aos protocolos de segurança e saúde, não basta você atendê-los, tem que mostrar que você faz isso, acrescenta o consultor do Sebrae. Os funcionários devem ser bem treinados. “Você deve dar o exemplo, seguir todos os protocolos e mostrar aos seus colaboradores a necessidade de se cumprir tudo à risca.”

A limpeza do local tem que ser impecável. Em um restaurante, por exemplo, quando um cliente sai, a mesa deve ser imediatamente higienizada, para tanto os que estão deixando o local como os que estão entrando vejam isso. Tão importante quanto seguir as normas de segurança é mostrar aos consumidores que o seu estabelecimento oferece segurança”, diz Max.

Custos

A crise financeira decorrente da Covid19 obrigou mais de 600 mil micros e pequenas empresas a fecharem as portas, segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae. Recuperar as finanças neste momento de retomada é vital para a sobrevivência de sua empresa e deve constar de seu plano de retomada.

O primeiro passo é reduzir custos. Max cita o exemplo de uma pizzaria, que pode investir em delivery próprio para não ficar dependente de serviços como Rappy e iFood, com custos altos.

“Há aplicativos como o ‘goomer’, que servem como ferramentas online para vendas e delivery, sem intermediários. Você cria o seu cardápio online. O WhatsApp business também é um canal bastante funcional e gratuito”, diz o consultor.

Despesas bancárias

Custos bancários também costumam pesar muito no caixa de micro e pequenos empresários. O C6 Bank tem um pacote de benefícios aos clientes MEI: conta sem tarifa, cartão de crédito isento de anuidade, maquininha C6 Pay grátis (mediante atingimento de faturamento), além de 100 TEDs ao mês sem custo, saques ilimitados via rede 24h, depósito por boleto disponível e Taggy grátis (sistema automático de pedágio).

Na comparação das tarifas bancárias dos três grandes bancos, o cliente MEI do C6 economiza R$ 1.988,00 por ano ao utilizar a conta do C6, se considerada além da isenção da tarifa mensal e da anuidade do cartão de crédito, a utilização de quatro saques mensais e dez transferências (TED e DOC). Como o teto de faturamento do MEI é de R$ 81 mil por ano, se ele tiver uma margem de lucro mensal de R$ 2 mil, o benefício de isenção de tarifas equivale ao lucro de um mês.

A maquininha, ferramenta indispensável para os pequenos negócios, funciona com WI-FI e chip. Ela não requer linha telefônica, o chip e plano de dados são grátis, aceita as principais bandeiras e permite parcelamento em até 12 vezes.

Onde saber mais:

Este conteúdo é de propriedade do C6 Pay, e foi produzido pela agência Fato Relevante para o SixM Labs.