A volta às atividades no comércio, seguindo o calendário de flexibilização de Estados e municípios, vai demandar maior integração com o digital e redução de custos. É o que apontam especialistas no setor. “Como fazer a travessia é o grande desafio, principalmente das lojas que estão com as portas fechadas desde meados de março”, diz Erich Gioanni, head do Programa de Franquias da Linx e consultor da Trevisan Escola de Negócios.

Os consumidores devem sair da pandemia mais ligados ao comércio virtual, o que deve mudar o papel da loja física. A loja não vai deixar de existir, mas passará a ser um lugar mais de experiência do que compra, afirma. Além disso, vai ser preciso reduzir custos porque o consumidor não vai voltar com o mesmo ímpeto anterior à pandemia.

Depois de uma longa temporada de prejuízos, reduzir custos também é vital para voltar à ativa com mais folego. Escolher uma maquininha prática e barata é uma boa estratégia para as micro e pequenas empresas.

O C6 Bank está ajudando pequenos empreendedores a enfrentar a pandemia, oferecendo taxa das maquininhas C6 Pay nas operações de crédito à vista. Clientes atuais e novos clientes que fizerem a adesão aos equipamentos da marca até 31 de julho terão a isenção da taxa até 30 de setembro de 2020.

O banco também anunciou novos modelos de maquininha, que podem ser contratadas pelo chat no aplicativo do C6 Bank, no site de venda online ou com as equipes parceiras de vendas.

A isenção da taxa nas operações de crédito à vista — que costuma ser, em média, de 3,29% por operação — vale para todos os clientes que optarem por receber as vendas no C6 Bank. O benefício está limitado a R$ 5 mil em vendas totais no mês e não vale para compras parceladas no crédito. Empreendedores que já têm a maquininha C6 Pay também podem acessar o aplicativo do banco e pedir o benefício.

Novo modelo para a loja física

“A loja física vai precisar envolver o consumidor em mais esferas, porque ele vai preferir comprar o produto na tela do seu laptop ou celular, comparando preços e consultando a opinião de outras pessoas”, diz Gioanni. A loja será o ponto de contato, onde o cliente tem acesso a um atendimento completo das marcas. Ele aposta em um modelo “omnichannel” para o varejo, no qual o virtual converge com o físico.

Para o consultor, a pandemia mostrou que boa parte dos lojistas não conhecem suficientemente a sua clientela. Muitos restaurantes afixam simplesmente uma placa em sua porta para avisar os clientes que estão atendendo por delivery, em vez de atrai-los pelas redes sociais.

“Poucos dispõem de dados sobre os clientes, principalmente dos frequentadores mais assíduos, onde moram, seus e-mails e o que eles costumam comer ou consumir”, diz.

Segundo Gioanni, para ter dados sobre os clientes e suas preferências não é preciso gastar mais do que R$ 300 por mês com tecnologia, um software que inclui números sobre caixa, estoques e produção”, explica.

Ele lembra que a nova legislação de proteção de dados dificulta a formação de um cadastro da clientela, mas é possível ter acesso à estas informações por meio de campanhas de engajamento da clientela.

“Isto permite aos comerciantes armazenar dados importantes sobre a clientela, como número de vezes que ele frequenta a loja, produtos de preferência, tíquete médio e data de aniversário”, diz.

Gioanni recomenda que, seja qual for a área de atuação, o lojista precisa migrar para o digital, construir uma estratégia mais robusta para as redes sociais, impulsionar sua audiência por meio de campanhas, ampliando a exposição de sua marca ao público.

“Mesmo as micro e pequenas empresas podem se posicionar com bastante eficiência nas redes sociais, elaborando e publicando conteúdos atrativos sobre os seus produtos. O importante é ter foco e não desperdiçar dinheiro e energia. Você tem que saber quem é o seu cliente e onde ele está localizado para fazer boas campanhas de impulsionamento. Há uma série de cursos gratuitos na Internet que ensinam a fazer este trabalho”, diz o consultor.

Saiba mais em https://www.c6bank.com.br/c6pay/

 

Este conteúdo é de propriedade do C6 Pay, e foi produzido pela agência Fato Relevante para o SixM Labs.