A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) recomendou, em comunicado divulgado nesta sexta-feira, 11, que a vacina contra a covid-19 da britânica AstraZeneca não deve ser aplicada em pessoas com histórico de síndrome de extravasamento capilar, “uma condição rara e grave que causa vazamento de fluidos de pequenos vasos sanguíneos”, segundo a definição da própria EMA.

O comitê da agência que avaliou a segurança do imunizante também recomendou que a síndrome seja incluída na bula do produto como um possível efeito colateral.

A avaliação foi feita após a EMA analisar seis casos de síndrome de extravasamento capilar em pessoas que receberam a vacina da AstraZeneca, e concluir que três dos pacientes já tinham sido diagnosticados com a condição antes.

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