O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado em parceria entre o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e The Conference Board (TCB), subiu 0,4% em dezembro ante novembro, de 123,6 para 124,1 pontos.

Segundo nota à imprensa, cinco das oito séries componentes contribuíram de forma positiva para o resultado agregado, com a maior contribuição positiva do Ibovespa, que variou em 9,3% na margem.

Os outros componentes são a taxa referencial de swaps DI pré-fixada de 360 dias, os Índices de Expectativas da Indústria, Serviços e Consumidor, calculados pelo Ibre/FGV, o índice de produção física de bens de consumo duráveis, o índice de termos de troca e o de quantum de exportações.

O Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, também avançou no período, com alta de 0,3%, de 108,5 para 108,8 pontos. “A inflexão negativa na crise sanitária ao final de 2020 não gerou novas medidas de distanciamento social suficientes para comprometer a recuperação gradual no nível de atividades, resultando em uma ligeira elevação do ICCE em dezembro”, nota Paulo Picchetti, do Ibre/FGV

Em relação às expectativas, Picchetti observa que o efeito positivo da perspectiva de início da imunização se sobressaiu ante o encerramento do auxílio emergencial e a lenta recuperação do mercado de trabalho, provocando o avanço do IACE.

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