O dólar operava em baixa moderada há pouco, na casa dos R$ 5,41, após mínima a R$ 5,4075 e máxima, a R$ 5,4545 registradas mais cedo. A queda frente o real reflete um dólar mais fraco no exterior e perspectivas de ingresso de novos fluxos estrangeiros relativos a captações corporativas e para as ofertas de ações em curso na bolsa (IPOs), além da perspectiva de que o Comitê de Política Monetária (Copom) poderá subir os juros na quarta-feira, melhorando a arbitragem de juro interno e externo, afirma Jefferson Rugik, diretor-supeintendente da corretora Correparti.

Já os momentos de alta, segundo ele, respondem a um movimento de recomposição de posições defensivas em função de uma semana com importantes eventos locais e no exterior.

Ele cita falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), incluindo de seu presidente, Jerome Powell, hoje à tarde, o início dos depoimentos na CPI da Covid no Senado, a partir de amanhã, e a divulgação do relatório de emprego (Payroll) dos Estados Unidos, na sexta-feira.

Em relação ao fluxo cambial, Rugik identifica que há dois participantes principalmente: quando a cotação cai, o importador tem comparecido na compra, e quando o dólar sobe, entra o exportador na ponta vendedora, que tem se sobressaído, afirma.

Às 11h13, o dólar à vista recuava 0,39%, a R$ 5,4107. O dólar para junho cedia 0,52%, a R$ 5,4225.

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